Mensagem do Presidente
Paulo Vistas

A nossa política de Habitação, é um sucesso.

Fomos o primeiro concelho a acabar com os bairros de barracas e daí até aos dias de hoje, os desafios continuaram a instigar-nos para procedermos a novas politicas, a novas necessidades tanto da população – sempre a nossa prioridade-, mas também das dinâmicas sociais e geográficas.

Percebeu-se que, de forma natural, os centros históricos estavam a ficar despovoados de juventude, os prédios, em grande escala, estavam a ficar devolutos e os seus proprietários sem condições para os reabilitar. Era necessário uma estratégia que, por um lado, levasse os jovens a habitarem os centros históricos e, de igual maneira, que se reabilitasse o edificado.

A Habitação Jovem vem, de uma maneira premente, solucionar este desafio. Quando compramos e recuperamos os imoveis para depois os alugarmos, com um valor abaixo do mercado, a jovens com idades compreendidas entre os 18 anos e os 35 anos, estamos a dotar os nossos centros históricos de nova vida e de novas dinâmicas.

Não se trata só de proporcionar uma casa para um jovem, é mais do que isso. É, também, ajudar a economia local. E se no plano estritamente teórico, este projeto é, por si só, baste consistente, do ponto de vista real e concreto, ele é mais do que simplesmente consistente, ele é, também, comovente.

Podia apenas falar da nossa política de Habitação, mas eu gostava de vos falar da Antonieta, por exemplo, ou Tiago Marques. Se forem aos Testemunhos e lerem o que cada jovem fez com a sua casa, o que cada jovem sentiu com o nosso espaço geográfico onde vive, aí sim, percebe-se a importância deste projeto. Todas as restantes palavras são desnecessárias.

Habitar Oeiras é fazer, também, dos centros históricos a tua casa.